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Unilever diversifica para ganhar mercado
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Em busca de ampliar espaço em um mercado que não cresceu nos últimos anos, a Unilever investiu R$ 50 milhões para movimentar a categoria de maionese, que ganhará uma versão com 20% de leite, a Hellmann’s Deleite. Trata-se do maior lançamento do ano da área de alimentos da companhia no Brasil. Três anos de pesquisa e desenvolvimento, além de máquinas criadas especialmente para o novo produto e campanha de divulgação dividiram o investimento, segundo Leandro Barreto, gerente de marketing da marca. "Nossos fornecedores tiveram que desenvolver moldes específicos para o maquinário", contou. Em 2007, a produção de maionese, que ficava dividida entre as fábricas de Goiânia e Pouso Alegre, em Minas Gerais, foi totalmente transferida para a capital de Goiás. Nessa nova configuração, a unidade de produção recebeu investimentos e as linhas foram ampliadas, o que possibilitará o crescimento planejado pela empresa para os próximos anos. Fonte: Gazeta Mercantil | |
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Selo identifica produto saudável
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A indústria alimentícia está disposta a dizer ao consumidor o que é ou não é saudável, dentro do seu próprio portfólio. Será lançado oficialmente no Brasil o programa Minha Escolha, organizado pela Choices International Foudation, entidade sem fins lucrativos com sede em Bruxelas, na Bélgica, que reúne cerca de 90 empresas em todo o mundo, entre fabricantes alimentícias e varejistas. A proposta da Choices é identificar com o selo "Minha Escolha", na parte frontal da embalagem, os produtos que estão dentro do limite adequado de sal, açúcar, gorduras saturadas e gorduras trans. Até agora, mais de 2 mil itens, em aproximadamente 50 países, têm o selo. No Brasil, várias empresas foram convidadas a participar, mas por enquanto apenas quatro aderiram: Unilever, Perdigão, Batavo e Nutrimental. "As fabricantes alimentícias estão preocupadas com os crescentes níveis de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares em todo o mundo", diz Christophe Meugnier, membro do conselho da Choices. A iniciativa de criar a fundação foi tomada há dois anos, por três multinacionais holandesas - Unilever, Friesland Foods e Campina -, como resposta ao documento elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2003, que pedia às empresas do setor atenção às taxas de gordura trans, gordura saturada, sódio, açúcar total e açúcares adicionados nos alimentos industrializados, cujo excesso vem comprometendo a saúde pública em todo o mundo. Fonte: Valor Econômico. |
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Anvisa aprova PET reciclado
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do PET reciclado para a fabricação de novas embalagens de bebidas e alimentos. A resolução foi aprovada depois de uma discussão iniciada em 2002 e de um processo de consulta pública que durou seis meses. Em dezembro, quando a medida teve seu primeiro aval, no âmbito do Mercosul, foi definido que cada país teria até 10 de maio para posicionar-se a respeito. A decisão da Anvisa veio antes do esperado pelo mercado e carrega uma polêmica - pelo menos nos bastidores. A questão polariza as duas gigantes do setor, segundo apurou o Valor. Entusiasta do assunto, a Coca-Cola, que vende embalagem reciclada em 17 países, chegou a dizer que tinha planos de construir uma fábrica de reciclagem própria no Brasil onde processaria 25 mil toneladas de PET. O posicionamento atual da companhia, porém, é de que não há nada definido sobre a planta e que estuda ainda outras possibilidades, como a aquisição das embalagens de um terceiro. A AmBev, que no ano passado chegou a declarar em entrevista ao Valor que o PET reciclado não era seguro, porque boa parte da resina usada vem de lixões, afirma agora não ter uma posição sobre o assunto, porque ainda pretende analisar o conteúdo final da resolução. A indústria de refrigerantes é o principal alvo da medida, já que a medida permite o uso da tecnologia "bottle to bottle", na qual uma garrafa de PET pode se transformar em uma nova garrafa. Segundo a Associação Brasileira de Refrigerantes (Abir), o PET representa 80% das embalagens, o vidro 12% e a lata 7,9%. Fonte: Valor Econômico |
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Hach Brasil, Met One, Chemtrac, Hydrolab, Charm e Sartorius são algumas das representadas da Hexis - Hexis Científica
Portal da Empresa Hexis Científica com um portfólio de mais de 28.000 itens, a Hexis é a maior empresa de capital nacional do setor de Instrumentação Analítica, atendendo às indústrias Farmacêuticas, Alimentícias, Químicas, Petroquímicas, de Papel, Celulose e Saneamento, bem como empresas governamentais, universidades e institutos de pesquisa.
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